sábado, 25 de maio de 2013

Cabeamento é um dos pontos fundamentais na hora de montar um sistema multimídia.

Muitas pessoas sonham com o dia em que não precisaremos mais de cabos para ligar um aparelho de DVD a um televisor. O mesmo vale para videogames, aparelhos de som e home theaters. Enquanto este dia não chega, ficamos com metros de fio que interligam os sistemas para criar imagens e sons de qualidade. A pergunta que fica é: basta termos aparelhos das melhores marcas ou o cabeamento também é uma peça essencial neste quebra-cabeça? “As pessoas sempre pensam primeiramente em uma marca conhecida na hora de comprar um novo home theater. Depois pensam em potência e visual, mas quase ninguém lembra que o cabeamento irá fazer toda a ponte de som e áudio entre os componentes do sistema”, comenta Francisco Marengo, diretor técnico da Prime Home. 

Vídeo Composto, S-Vídeo, Vídeo Componente, RGB, DVI e HDMI são alguns tipos de conexões usadas em home theaters, videogames, DVD’s e televisores. Apesar de cada aparelho vir com seus cabos próprios, é sempre possível aumentar a qualidade através de outros modelos. Atualmente os cabos analógicos estão sendo substituídos por modelos digitais que podem transmitir tanto áudio quanto imagem, diminuindo o emaranhado de cabos necessários para fazer todas as conexões. Vídeo Composto, S-Vídeo e Vídeo Componente são exemplos de modelos analógicos que restrigem a qualidade que um televisor atual pode exibir. Cabos como o DVI e HDMI possuem a capacidade de transmitir sinal de Vídeo Digital. HDMI (High definition multimídia interface) é o mais popular no momento por transmitir som e imagem digitais simultaneamente, garantindo aproveitamento máximo do sistema instalado. Os cabos de áudio são os balanceados L e R que possuem transmissão analógica. Já os óticos possuem transmissão digital e podem enviar os sinais 5.1 ou 7.1 nas mais modernas codificações de áudio. 

Alguns detalhes que devem ser lembrados é o uso de adaptadores e comprimento de cabo. “Muitas pessoas preferem gastar menos na hora de comprar um cabo superior e acabam adquirindo adaptadores. É um erro para quem procura qualidade, pois cada adaptador precisa transformar o áudio ou imagem em outro formato para a transmissão, o que prejudica o resultado final”, explica Francisco. “É importante também prestar atenção no material dos cabos, seu comprimento e por onde passam esses cabos: quanto maior, mais chance de captar interferência de aparelhos. Quanto maior a distância mais grosso precisa ser o cabo para diminuir as perdas e, conforme o meio que passam, é necessária até mesmo uma blindagem especial para diminuir as interferências eletromagnéticas”, explica Francisco. Além disso, ele aconselha desconfiar de cabos com filtros já que isso, muitas vezes, atesta baixa qualidade. 

“É recomendado comprar cabos de empresas idôneas que usam produtos de alta qualidade e que se preocupam com o resultado. Também nunca emendar cabos, além de utilizar plugues especiais e próprios para áudio e vídeo e garantir a boa condutividade e o melhor resultado sonoro”, complementa Francisco. Ele finaliza dizendo que “o investimento em cabos de boa qualidade é necessário para aproveitar com maior conforto os melhores recursos que modernos sistemas de home theater e salas de projeção exigem”.
Fonte: Assessoria de imprensa – Prime Home

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Dicas - Segurança Residencial

As particularidades que caracterizam a vida urbana de cada país, cada região ou cidade estão fortemente correlacionadas à cultura e comportamento, à segurança e criminalidade. Em cada lugar há peculiaridades que devem ser observadas, de modo a evitar choques culturais e principalmente, riscos desnecessários.

No Brasil, ainda somamos o fator do contraste social. As diferenças vão do básico entre as relações humanas e classificam-se em diferenças sócio-culturais e político-econômicas.
As paisagens das cidades são marcadas pelos enormes arranha-céus e pelas grandes favelas, os carros no trânsito, se misturam aos carrinhos de catadores de papeis.
A mistura racial também, faz de nós multiétnicos, transformando e construindo nossa realidade, e conviver com ela depende da habilidade de se relacionar com os contrastes.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

CABEAMENTO RESIDENCIAL

A abertura de mercado e a desestatização do setor de telecomunicações no Brasil, ocorrida nestes últimos anos, causaram a popularização de tecnologias e serviços, em uma velocidade nunca vista antes. Sistemas que eram utilizados exclusivamente em ambientes corporativos, também estão sendo implantados em residências. A necessidade de maior conforto, informação e segurança, não foram os únicos motivadores desta mudança. A residência como complemento do escritório ou profissionais que optaram em trabalhar em casa, criou uma demanda de serviços de telecomunicações de maior capacidade. A modernização das redes de telecomunicações brasileiras e a globalização da tecnologia, propiciaram o desenvolvimento de ambientes residenciais com infraestrutura compatível a pequenas empresas, possuindo todos os serviços de comunicação e segurança disponíveis atualmente.



As linhas telefônicas digitais e seus serviços agregados, computadores, intranet, internet de acesso rápido (banda larga), televisão paga (cabo ou satelital), interfonia inteligente e controle de acesso, além de equipamentos de vigilância eletrônica, são exemplos de sistemas implantados em uma residência. Porém, é comum encontrar vários destes sistemas instalados sem uma infraestrutura de cabeamento adequada, comprometendo o desempenho destes equipamentos e a segurança dos moradores. 

Todos estes serviços e equipamentos necessitam de uma rede de cabos de alta performance devidamente instalados, que raramente encontramos nas residências atuais.

Cabeamento Residencial

Com esta invasão de sistemas corporativos nas instalações de uma residência, faz-se necessário à implantação de um cabeamento genérico de telecomunicações e de sinais de controle, que permitam o funcionamento dos equipamentos adequadamente.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Anjos da guarda e espiões

ETHEVALDO SIQUEIRA - O Estado de S.Paulo - 02/01/2012

Os sensores estão invadindo a vida humana. Eles chegam de forma quase imperceptível e ocupam todos os espaços. Sua presença na vida humana tende a crescer de forma exponencial e, por volta de 2020, nossa dependência desses dispositivos de identificação e de comunicação será quase total. Eles serão centenas de milhões, espalhados por todos os lados, embutidos nas paredes, nas portas, nos semáforos, nos prédios, nos móveis, nos aparelhos domésticos, em roupas, sapatos e até em escovas de dentes.

Eles serão ao mesmo tempo nossos anjos da guarda e espiões. De um lado, nos darão, sim, uma sensação de maior segurança. De outro, entretanto, talvez possam violar nossa privacidade, ao colher e transmitir dados sobre tudo que existe à nossa volta, inclusive sobre nós mesmos.

É claro que os sensores terão muito mais funções relevantes e essenciais em nosso cotidiano, como a proteção do meio ambiente, a vigilância das ruas, a supervisão dos espaços públicos e privados, a racionalização do consumo de energia e o monitoramento de pacientes em hospitais e em residências.

Nossos conhecidos. Diversos tipos de sensores já são nossos conhecidos, entre os quais, os dispositivos de identificação por radiofrequência (RFIDs, de Radiofrequency Identification Devices), usados nos pedágios de muitas estradas, como os do tipo Sem Parar. Com eles, a cancela é acionada automaticamente após a leitura dos dados de cada veículo.

Outros sensores populares são aqueles utilizados no controle de iluminação de nossa casa: eles detectam os raios infravermelhos emitidos pelo corpo humano e acendem as lâmpadas ou ligam o ar condicionado de um quarto ou sala só quando há pessoas nesses ambientes.

Com esses sensores, economiza-se energia e evita-se o desperdício em casas, prédios e locais em que comumente as lâmpadas ficam acesas centenas de horas por mês sem a menor necessidade. Esses mesmos sensores já estão sendo utilizados em sistemas de segurança, porque detectam luz, movimento e radiações.

MEMS dão show. O grande sucesso, nos últimos tempos, entretanto, é dos sistemas de chips microeletromecânicos, conhecidos pela sigla MEMS (Microelectromechanical Systems), que combinam funções eletrônicas com funções mecânicas em escala de microscópica, quase nanométrica.

Na próxima semana, pela primeira vez na história do maior evento de eletrônica de entretenimento do mundo, o Consumer Electronics Show (CES), de Las Vegas, haverá uma seção inteiramente dedicada aos MEMS e suas aplicações individuais ou em redes de sensores sem fio (Wireless Sensor Networks).

Outra seção dessa feira de Las Vegas que deve atrair a atenção dos especialistas é a das novas gerações de chips multinúcleos, para processamento gráfico, produção de imagens tridimensionais (3D), comunicações móveis e projetos assistidos por computador (CAD, de Computer-Aided Design).

Esses microprocessadores prometem revolucionar os equipamentos de tecnologia pessoal, tais como smartphones, laptops, tablets e desktops. Além dos recursos avançados de computação, eles economizam energia.

Internet das coisas. O desenvolvimento dos sensores viabiliza uma das formas mais admiráveis de internet do futuro: a internet das coisas. A ideia dessa nova web nasceu no MIT Auto-ID Laboratory, no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, e ganhou o nome de Internet of Things (IoT), partindo de um objetivo bem simples: criar um sistema global de registro de bens, utilizando um código de produto eletrônico (Electronic Product Code), como sistema de numeração.

A boa notícia é que os dispositivos essenciais para viabilizar o conceito de internet das coisas já estão prontos e disponíveis no mundo da tecnologia microeletrônica. São, acima de tudo, os sensores dedicados, os identificadores RFIDs e as redes de sensores sem fio.

Quando cada coisa ou objeto pode ter sua identidade e seu endereço, tudo fica mais fácil e prático para que ele seja tratado virtualmente na internet. Assim, os sensores nos permitirão localizar cada objeto, saber seu conteúdo, ordená-lo, classificá-lo ou manipulá-lo.

O exemplo mais banal é o da geladeira que nos avisa de tudo que está no fim ou vai faltar. A internet das coisas já se torna particularmente útil para muitas pessoas e instituições que dispõem de grandes bibliotecas com milhares de livros ou discotecas com elevado número de CDs, DVDs ou Blu-rays. Com a nova web, localizaremos instantaneamente cada peça, obra, autor, editora ou intérprete, editora, orquestra, data de gravação ou edição, preço, história e tudo o mais.

Entre suas muitas aplicações, a internet das coisas poderá ser utilizada nos sistemas de controle automático dos semáforos e de controle de trânsito. Ou nas empresas de transporte coletivo, informando aos passageiros o horário exato em que cada ônibus ou trem vai passar pelos pontos de parada. Ou ainda equilibrar a oferta de veículos em função da demanda de cada horário.

O papel da internet das coisas poderá ser revolucionário ainda nos supermercados, nos sistemas de distribuição postal, nos almoxarifados e estoques de milhões de peças e componentes.

Com essa nova web, a ordem poderá, finalmente, triunfar sobre o caos.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

33% dos brasileiros têm acesso à Internet em casa. E 14% têm smartphones

Fonte: www.midiatismo.com.br


Dados divulgados durante esta semana pela Fundação Getúlio Vargas em parceria com a Fundação Telefônica e também pelo projeto “Our Mobile Planet”, do Google, mostraram um pouco sobre o cenário da internet e do mobile em nosso país.

O “Mapa da Inclusão digital” mostrou que no Brasil cerca de 1/3 da população tem como acessar a web através de seu domicílio, deixando o país em 63º lugar em um ranking de 154 países. Agora o momento em que você percebe como isso é pouco. Na Suécia, este valor é de 97%, ou seja, praticamente o país inteiro. 

Obs.: Segundo oWikipedia, a Suécia tem 9,2 milhões de habitantes, sim menos que a cidade de São Paulo (11 mi +).

Um dado interessante sobre essa pesquisa é que ela mostra um pouco da disparidade social que temos presentes todos os dias. A cidade “mais conectada” tem o índice de 69%, enquanto algumas tem 0% (sim, ninguém tem internet em casa em Aroeiras, Piaui). No RJ, por exemplo, a “Bairra da Tijuca” atinge 94%, enquanto a “Rio das Pedras” tem apenas 21%.

A outra pesquisa que mostra um pouco da face da nossa internet é a pesquisa “Our Mobile Planet“, do Google. De acordo com esta pesquisa, que tem foco na área de mobile, não estamos tão mal assim, temos 14% da população com posse de smartphones! Não se esqueça que temos cerca de 194 milhões de habitantes. Não podemos nos comparar tanto com nossos amigos hermanos, já que a Argentina tem cerca de 24%.

Se formos nos comparar aos americanos do norte, que são “super conectados”, eles tem apenas 40% nos EUA e 30% no Canadá. Mas se formos nos comparar aos amigos do norte da Europa, mais uma vez percebemos a grande diferença. Na Suécia a adoção de smartphones atinge 51%. Ou seja, lá na Suécia praticamente todo mundo tem internet em casa e metade deles também tem smartphone. Mas, em números absolutos, imagino que tenham mais smartphones na cidade de São Paulo do que em toda a Suécia.

sábado, 30 de junho de 2012

Um dia feito de vidro 2

"Um dia Feita de vidro 2", visão ampliada da Corning para o futuro das tecnologias de vidro. Este vídeo continua a história de altas tecnologias projetadas com vidro, onde vai ajudar a moldar o nosso mundo.


sexta-feira, 29 de junho de 2012

Empreendedorismo é Geração de Emprego



A prioridade dos países do G20 é a criação de emprego. Mas por que eles não estão falando de empreendedorismo?


Esse texto foi baseado no original 'From Endeavor Insight: G20 nations’ top priority is job creation. Why aren’t they talking about entrepreneurship?', do blog da Endeavor Global, do dia 18 de junho de 2012.


Dezenove países e a União Europeia reuniram-se no México, no último dia 18, no encontro anual do G20, para discutir a situação da economia mundial e o sistema financeiro.

O Endeavor Insight analisou os mais recentes discursos das nações do grupo para entender suas prioridades políticas. Os discursos que foram ouvidos incluem o Discurso sobre o Estado da União, nos Estados Unidos, e similares ao redor do planeta. Descobrimos que a criação de empregos é o tópico mais importante para as nações do G20. Na verdade, o problema em torno da criação de empregos foi considerado muito mais crítico do que outros como segurança alimentar e meio-ambiente, tópicos que eram prioridade na agenda do encontro daquele fim de semana.






Mesmo a criação de emprego sendo o assunto mais importante para os países do G20, o empreendedorismo é raramente discutido em discursos políticos feitos por líderes destes Estados, e não faz parte das prioridades oficiais do encontro do G20. Além disso, Austrália, Canadá, Indonésia, Japão, Arábia Saudita, África do Sul, Turquia e o Reino Unido nem mencionaram palavras relacionadas ao empreendedorismo, como “empreendedor” ou “startup”, em nenhum dos discursos analisados. As menções mais frequentes vieram do Brasil e dos Estados Unidos, que tiveram três e quatro referências ao tema, respectivamente.

O empreendedorismo é a melhor solução para o problema de oferta de trabalho ao redor do mundo. Mais especificamente, os empreendedores de alto impacto criam empregos e estabilizam as economias mundiais.Em uma pesquisa de cinco anos, com 800 mil adultos em 60 países, o Global Entrepreneurship Monitor mostrou que apenas 4% destes eram empreendedores de alto impacto – e eram responsáveis por 38% do total de empregos criados.

Se os líderes mundiais realmente querem criar empregos, o empreendedorismo precisar ser colocado como mais importante do que é visto hoje. Esperamos que, ano que vem, os líderes do G20 incluam nesta discussão a melhor ferramenta de criação de empregos do planeta: empreendedores.



Originalmente publicado no Endeavor Global Entrepreneurship Blog.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Soluções NGN - Next Generation Networks

NGN é um conceito que propõe a convergência de redes de forma Inteligente, interativa com multiserviços e com o uso de tecnologias baseadas em padrões abertos definidos pelo ITU‐T. A palavra chave do conceito NGN é a convergência, ou seja, uma mesma rede que transporta todas as informações e serviços (voz, dados e todos os tipos de mídias como o vídeo), encapsulando‐os em pacotes como é feito o tráfego de dados na Internet.


Curso de Fibra Óptica e FTTX em Recife




Objetivo

O treinamento abordará as soluções e tecnologias em fibras ópticas para aplicações em 1 Gbps e 10Gbps. O treinamento será capaz de definir o tipo de fibra, cabo e acessórios para instalação de um sistema óptico e analisar os testes do link óptico.

Pré Requisito

Conceito de Rede e Cabeamento Estruturado abordados no treinamento Data Cabling System.

Público

Estudantes e profissionais das áreas de Telecomunicações, Energia, Comunicação de Dados e CATV.

Conteúdo

  • Conceitos de Fibras Ópticas e suas Aplicações;
  • Tipos de Fibras Ópticas;
  • Fontes Ópticas e suas Características;
  • Conectorização Óptica;
  • Cabos Ópticos - Aplicação LAN e WAN; 
  • Cabos para Redes de Uso Externo e Interno;
  • Componentes de Redes Ópticas;
  • Soluções para Ambientes de Alta Densidade;
  • Solução FTTx;
  • Instalações de Redes Ópticas;
  • Segurança do Trabalho;
  • Instalação Subterrânea e Aérea;
  • Caixas de Emenda;
  • Montagem do DIO;
  • Projeto de Sistemas Ópticos;
  • Arquiteturas de Sistemas Ópticos de Comunicação;
  • Projeto de Comunicação Óptica Monomodo;
  • Medições de Links Ópticos - Power Meter e OTDR.

Material Didático

Cada treinando receberá o kit Fibras Ópticas e Suas Aplicações composto por:
  • Apostila Fibras Ópticas e Suas Aplicações;
  • Catálogo soluções inteligentes para infra-estrutura de redes Furukawa (em CD) ou Folder Mix;
  • Fibra óptica MM;
  • Protetores de emenda.

Aula Prática

O objetivo é compreender a montagem de um DIO e realizar o processo de fusão de fibra óptica no modo automático e manual. Para mais detalhes sobre a aula prática,clique aqui.

Duração

24 horas com no máximo 20 participantes por grupo*
* Exceto para grupos formados para participantes de uma única universidade.

O treinamento Fibras Ópticas e suas Aplicações é reconhecido pela BICSI contabilizando 21 pontos para o Programa RCDD.